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FARO, FARO, Portugal
Os alunos das escolas E.B.1 de Mar e Guerra e de Vale de Carneiros (n.º5) são os empreendedores do momento.

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OFICINA DE ESCRITA CRIATIVA - 4.ºB

quarta-feira, 13 de outubro de 2010 - - 0 Comments

 A varinha mágica da fada

          Era uma vez uma fada chamada Marabela. Ela há muito tempo, perdeu a sua varinha mágica numas montanhas de neve e hoje quer encontra-la.
          A Marabela tinha uma amiga que a ia ajudar, era a Kitty.
          Um dia resolveram fazer um mapa para chegarem às montanhas. Então lá fizeram o mapa:
          - Kitty, olha! Temos de passar por um grande lago e depois ir dar a um sítio que tem uma ponte e depois entramos numa caverna de um ogre. - disse a Marabela.
          - Está bem, mas não achas que é um bocado perigoso entrar na caverna do ogre? - perguntou a Kitty.
          - É claro que não, já entrei lá montes de vezes e não aconteceu nada. - respondeu a Marabela.
          Então no dia seguinte, elas foram à procura da varinha mágica.
          Quando chegaram ao grande lago tiveram que acertar uma resposta e a pergunta era: “Pode ouvir-se, mas não se pode ver, nem tocar.”
          Elas pensaram e conseguiram acertar. A resposta era a voz. Depois apareceu um barco que as levou até à ponte e aí tiveram de fazer um puzzle para a ponte se formar. Fizeram o puzzle e entraram para a caverna do ogre.
          A Kitty estava com medo mas reparou que não havia nenhum ogre, portanto ficou tranquila.
          Assim que viram uma coisa brilhar foram ter com essa coisa e era a varinha mágica da fada. Tiraram-na e a fada ficou muito contente, pois assim já podia fazer todos os feitiços que quisesse.
          Voltaram felizes para casa.



Jéssica Pires
                                                                        4ºB


Regresso às aulas
Chegaram as aulas
o Verão acabou,
novas matérias
o 4º ano chegou.
Os novos alunos
devemos ajudar,
na recepção
iremos trabalhar.
Tudo preparado
o ano pode começar,
revisões dadas
o trabalho
 vai apertar.
Vamos fazer
desenhos,
para a nossa sala
decorar.
Com as obras
o recreio é reduzido
e com esse barulho
quase não conseguimos
trabalhar.

Bruno Ferreira
       4º B


A  Caixa
Era uma vez, uma caixa. Uma caixa normal, comum. Mas havia uma coisa que essa caixa tinha de diferente, os bonecos que estavam dentro dela ganhavam vida, mas só à noite. Então, à noite, os bonecos acordaram.
Foi então que o Homem Aranha disse:
- Eh pá! Eu não entendo! Sempre que é de manhã, aqueles gigantes cor -de -pele adormecem!
De repente apareceu o Batman que perguntou:
         - Então, o que vamos fazer hoje? Não temos muito tempo.
-Já sei! - respondeu o Esqueleto. - Vamos fazer pára-quedismo.                                                                                                                                     
         -Boa ideia! -disse o Homem Aranha.
Como havia pára-quedas de brincar e avionetas, os três amigos foram para a janela. O primeiro a saltar foi o Homem Aranha, que, quando bateu contra o chão perdeu a perna.
-Au! - berrou ele, segurando na perna partida.
Tiveram de vir duas avionetas, uma para a perna e outra para o Homem Aranha. A seguir, saltou o Batman, que, quando bateu no chão, saltou-lhe uma mão. Outra vez, tiveram de vir as duas avionetas.
Quando o esqueleto saltou, partiu-se todo no chão.
-Oh, não! - exclamou o Homem Aranha.
- Vai buscar o livro de instruções dele! - gritou o Batman para o Homem Aranha.
Depois, desceram os dois e começaram a montá-lo. Quando acabaram de o montar, aperceberam-se que faltava uma omoplata.
-Ali! - exclamou o Batman apontando para a omoplata que estava no meio da estrada.
Quando o Homem Aranha reparou na peça do Esqueleto, desatou a correr para a estrada.
-Não! - gritou o Batman.
Quando o Homem Aranha agarrou na omoplata, veio um carro. Ele atirou a omoplata para as mãos do Batman e começou a correr, mas era tarde demais: um dos pneus do carro esmagou o corpo do boneco e agora já não passava de uma papa azul e vermelha.
-Nããããããããão! - gritou o Batman, caído no chão desesperado.
Voltaram para casa, muito tristes, porque o Homem Aranha se sacrificou por eles ao ser atropelado por um pneu debaixo de uma tonelada de metal.
De manhã, o dono dos brinquedos foi à janela e viu o seu boneco esmagado.
                                                                           Duarte André
                                                                                 4ºB                         
                                                                                                             

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